
A janela ficou aberta, porque eu não sei fechá-la.
Não se preocupe comigo.
Tudo bem! Isso não foi sincero, mas existem aqueles que nascem inteiros de si, só precisam de um tempo para acabar se completando.
Não se importe comigo. Estou cansada, desgastada, completamente debilitada, não de você, mas de mim, acabei sendo o assunto que mais desconheço, e que parece absurdo, mais sou íntima.
Sei, sei... o tempo ensinou-me a dar tempo para mim, afinal sempre dizem: que não há dor que dure para sempre.
Porém, ao ver a janela aberta, senti frio... aquele que nunca chega perto de mim, e veio junto com a solidão e o desconsolo, com um toque de nostalgia das melodias sofridas.
Descubro que a solidão, por incrível que pareça, me consola, e hoje ao ver a janela aberta, sentindo esse frio...não trocaria esse quadro por um leve e sussurrado eu te amo...porque esse ficou nas entrelinhas, de tudo que não foi dito cara a cara, escondido...assim como a lua que eu procuro pela janela e não encontro. Pensando bem, e melhor assim! Não faço mesmo parte das românticas de plantão da noite... é melhor ela e eu ficarmos no escuro. Assim tudo combina, fica no enredo...depois de um tempo, de tanto insistir, consigo fechar a janela e o frio vai embora...acho que amanhã dará sol, sei que será outra paisagem, com outras melodias.
Volto pra cama, olho para o teto e este não me diz nada.
Hora de fechar os olhos e esperar pela manhã ensolarada.
Deisiane Reis
Não se preocupe comigo.
Tudo bem! Isso não foi sincero, mas existem aqueles que nascem inteiros de si, só precisam de um tempo para acabar se completando.
Não se importe comigo. Estou cansada, desgastada, completamente debilitada, não de você, mas de mim, acabei sendo o assunto que mais desconheço, e que parece absurdo, mais sou íntima.
Sei, sei... o tempo ensinou-me a dar tempo para mim, afinal sempre dizem: que não há dor que dure para sempre.
Porém, ao ver a janela aberta, senti frio... aquele que nunca chega perto de mim, e veio junto com a solidão e o desconsolo, com um toque de nostalgia das melodias sofridas.
Descubro que a solidão, por incrível que pareça, me consola, e hoje ao ver a janela aberta, sentindo esse frio...não trocaria esse quadro por um leve e sussurrado eu te amo...porque esse ficou nas entrelinhas, de tudo que não foi dito cara a cara, escondido...assim como a lua que eu procuro pela janela e não encontro. Pensando bem, e melhor assim! Não faço mesmo parte das românticas de plantão da noite... é melhor ela e eu ficarmos no escuro. Assim tudo combina, fica no enredo...depois de um tempo, de tanto insistir, consigo fechar a janela e o frio vai embora...acho que amanhã dará sol, sei que será outra paisagem, com outras melodias.
Volto pra cama, olho para o teto e este não me diz nada.
Hora de fechar os olhos e esperar pela manhã ensolarada.
Deisiane Reis