
O que de fato é amar alguém?
A maioria das nossas confusões afetivas parte da nossa incompreensão.
Todos os dias você encontrará pessoas reclamando que não encontraram o grande amor de suas vidas...outras não procuraram, outras encontraram e perderam, outras encontraram e não reconheceram...e por aí vai.
Devemos ser práticos e definir o objeto do nosso amor, se ele é apenas centrado em nós, no outro, ou em uma relação especial de troca entre nós e o outro.
Muitas pessoas se queixam da ausência do par ideal, mas não percebem que estão vivendo a ilusão da busca da sua outra metade, como se fossem seres incompletos.
Buscar a outra metade significa delegar para outra pessoa a difícil missão de te fazer feliz e de suprir faltas que sua personalidade apresenta e que só podem ser supridas por você.
Seres humanos sempre serão “metades” diferentes que juntas não formarão uma unidade, mesmo nos casos de amor mais lindos e perfeitos que você conheça.
Acredito sim que quando duas pessoas “inteiras” se encontram podem ser felizes, já duas metades nunca.
Ninguém é responsável pela nossa felicidade e nem nós pela de ninguém, mas somos todos co-responsáveis por participar na construção da felicidade uns dos outros.
Entregar a outra pessoa “o fardo” de fazer você feliz é eximir-se da responsabilidade sobre suas próprias emoções, sentimentos e escolhas e assumir o confortável papel de vítima. Afinal, se não der certo, a culpa é do outro que falhou em te fazer feliz.
O desejo de união amorosa é mais lúcido se for um desejo de expansão e crescimento, de compartilhar universos diferentes em alguns aspectos, semelhantes em outros.
Sejam quais forem os caminhos escolhidos, perceberemos que amor é legitimamente um sentimento que parte de nós em direção ao outro e não algo que esperamos parta do outro em relação a nós.
O sentimento de amor mais legítimo que podemos conceber parte sempre de uma doação sem necessidade de submissão; de tolerância sem necessidade de omissão; de compartilhar sem necessidade de auto-abandono. Amar é somar, multiplicar e dividir, nunca subtrair.
Amar continua sendo a maior aventura e o maior desafio da espécie humana!
A maioria das nossas confusões afetivas parte da nossa incompreensão.
Todos os dias você encontrará pessoas reclamando que não encontraram o grande amor de suas vidas...outras não procuraram, outras encontraram e perderam, outras encontraram e não reconheceram...e por aí vai.
Devemos ser práticos e definir o objeto do nosso amor, se ele é apenas centrado em nós, no outro, ou em uma relação especial de troca entre nós e o outro.
Muitas pessoas se queixam da ausência do par ideal, mas não percebem que estão vivendo a ilusão da busca da sua outra metade, como se fossem seres incompletos.
Buscar a outra metade significa delegar para outra pessoa a difícil missão de te fazer feliz e de suprir faltas que sua personalidade apresenta e que só podem ser supridas por você.
Seres humanos sempre serão “metades” diferentes que juntas não formarão uma unidade, mesmo nos casos de amor mais lindos e perfeitos que você conheça.
Acredito sim que quando duas pessoas “inteiras” se encontram podem ser felizes, já duas metades nunca.
Ninguém é responsável pela nossa felicidade e nem nós pela de ninguém, mas somos todos co-responsáveis por participar na construção da felicidade uns dos outros.
Entregar a outra pessoa “o fardo” de fazer você feliz é eximir-se da responsabilidade sobre suas próprias emoções, sentimentos e escolhas e assumir o confortável papel de vítima. Afinal, se não der certo, a culpa é do outro que falhou em te fazer feliz.
O desejo de união amorosa é mais lúcido se for um desejo de expansão e crescimento, de compartilhar universos diferentes em alguns aspectos, semelhantes em outros.
Sejam quais forem os caminhos escolhidos, perceberemos que amor é legitimamente um sentimento que parte de nós em direção ao outro e não algo que esperamos parta do outro em relação a nós.
O sentimento de amor mais legítimo que podemos conceber parte sempre de uma doação sem necessidade de submissão; de tolerância sem necessidade de omissão; de compartilhar sem necessidade de auto-abandono. Amar é somar, multiplicar e dividir, nunca subtrair.
Amar continua sendo a maior aventura e o maior desafio da espécie humana!

