quinta-feira, 26 de junho de 2008

Desejos a moda antiga.
Meu homem,
Tens poesia e masculinidade no seu toque.
Seguro, firme, tenso e galante.
Não és meu príncipe,
És um homem.
Aquele que elejo meu Rei.
Rei que governa o meu “estado”.
Teu desejo me fascina,
Faz-me sentir como uma menina.
Destarte, sou mulher.
Aquela que te faz delirar.
Que devora e se entrega.
Estou em suas mãos,
Acolhida e protegida.
Guarda-me como jóia rara,
Mantenha-me aquecida.
E quando eu sentir calor,
Derrama seu suor em mim.
Tomaste posse.
Marcas territórios em meu corpo.
Faz de mim sua conquista.
Que seguirei contigo.
Onde? não me importa.
Eu nasci para amar.
Sou sua serva.
Porém, faz as minhas vontades,
Que realizo seus desejos.
Olhe nos meus olhos,
Que te deixo entrar no meu mundo.
Surpreenda-me a cada dia.
E descanse quando achar melhor.
Bajule-me muito,
E me assanhe mais,
Que me sentirei dominada,
Ou totalmente livre.
Um mistério,
Uma emoção,
Pedaços de minha alma,
Que se revela,
A cada vez que me permito amar Você.

Deisiane Reis

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