Acordou com uma sensação estranha que não a deixava em paz.
Tentou decifrar o que lhe incomodava e a única possível resposta era que estava com medo.
Medo de ter medo, medo do amanhã, do acordar, do que será... olhou, então, pela janela, tentando como sempre, enxergar além do que estava claro e ver o que estava lhe paralisando... pensou que a fragilidade que sentia, não precisava ser uma perda, uma quebra, mas sim uma ausência, uma saída momentânea...e ficou ali...olhando... olhando...até que sua mente desviou daquela sensação.

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